Os Fenômenos Espíritas

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Os Fenômenos Espíritas

Autor: Rodolfo Calligares

São Inumeráveis os Fatos narrados na Bíblia cuja ação se atribui a Espíritos bons (anjos) ou a Espíritos maus (demônios).

O Livro de Tobias, que não aparece nas edições populares, mas consta da Bíblia oficial católica romana, relata o caso da materialização de um Espírito superior, o anjo Rafael, e sua manifestação ostensiva, qual se fora um homem como nós, em episódios que se prolongaram por muitos dias. Esse anjo, interrogado sobre sua identidade, informou ser “um dos filhos de Israel” e, à pergunta de Tobias: “de que família ou de que tribo és tu?”, respondeu: “eu sou Azarias, filho do grande Ananias” (Cap. 5, vv. 7, 16, 18).

O Evangelho de Marcos relata que um homem se chegou a Jesus, dizendo-lhe:

“Mestre, eu te trouxe meu filho possuído de um espírito mudo, o qual, onde quer que o apanha, lança-o por terra, e o moço deita espuma pela boca, e range com os dentes, e vai-se mirrando. Trazei-mo, disse Jesus. Trouxeram-lhe então, e ainda bem ele não tinha visto Jesus, quando logo o espírito imundo começou a agitá-lo com violência, até que caiu por terra, onde se revolvia, babando-se todo.

Perguntou Jesus ao pai dele: Quanto tempo faz que lhe sucede isto?

E ele disse: Desde a infância. O demônio o tem lançado muitas vezes no fogo, e muitas na água, para o matar; porém, se tu podes alguma coisa, ajuda-nos, tem compaixão de nós.

Disse-lhe pois Jesus: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê.

Imediatamente o pai do moço, gritando, dizia com lágrimas: Sim, Senhor, eu creio, ajuda a minha incredulidade.

E Jesus, vendo que o povo concorria,

ameaçou o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito surdo e mudo, eu te mando, sai desse moço e não tornes a entrar nele” (Cap. 9, vv. 17-25).

Tendo ficado claro, através dos textos acima, que “anjo” e “demônio” são designações equivalentes a “Espírito bom”

e “Espírito mau”, podem os leitores verificar, por si mesmos, quanto são abundantes os fenômenos espiríticos registrados nas Sagradas Escrituras.

Eis mais alguns, que oferecemos à consideração dos que não disponham de tempo para uma busca demorada:

David afastava, por meio de música, o Espírito maligno que atormentava o rei Saul (I Samuel, 16: 14 e 23).

Este mesmo Saul, servindo-se da pitonisa de Endor, faz evocar o espírito de Samuel, o qual se manifesta e lhe prediz a morte no dia seguinte, o que de fato sucedeu (I Samuel, cap. 28: 7 a 19).

Elifas refere a Jó: “…e ao passar diante de mim um Espírito, os cabelos de minha carne se arrepiaram” (Jó, 4:15).

O rei da Babilônia vê a mão materializada de um Espírito a escrever na parede (Daniel, 5:5).

O profeta Elias recebe alimentos colocados ao seu lado, no deserto, por um anjo ou espírito do Senhor (I Reis, 19:5 a 7).

O rei Jorão recebe uma comunicação, escrita pelo espírito deste profeta (II Crônicas, 21:12).

Na noite anterior ao combate com Nicanor, Judas Macabeu tem uma visão em que lhe aparecem o sacerdote Onias e o profeta Jeremias, de há muito falecidos. Jeremias ofertou uma espada a Judas e predisse-lhe a vitória. Encorajados pelo relato da visão, os judeus combateram intrepidamente e derrotaram o inimigo (II Macabeus, cap. 15).

Moisés e Elias aparecem a Jesus e falam com ele (Mat., 17:3).

No dia de Pentecostes, achando-se os

apóstolos reunidos, viu-se descer sobre eles algo semelhante a línguas de fogo, e começaram a falar em várias línguas. Isto deu azo a que alguns dos circunstantes, supondo-os embriagados, escarnecessem deles. Pedro, então, tomando a palavra, esclarece: “Isto é o que foi dito pelo profeta Joel: E acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor, que eu derramarei do meu espírito sobre toda a carne, e profetizarão vossos filhos e vossas filhas, e os vossos mancebos verão visões, e os vossos anciãos sonharão sonhos. E certamente naqueles dias derramarei do meu espírito sobre os meus servos e sobre as minhas servas, e profetizarão” (Atos, 2: 1-18).

O Espírito de um macedônio aparece ao apóstolo Paulo, e roga-lhe que ajude seus concidadãos (Atos, 16:9).

Este mesmo apóstolo, falando ao rei Agripa, assim lhe descreve como foi chamado ao ministério cristão:

“Ao meio dia, vi, ó rei, no caminho uma luz do céu, que excedia o resplendor do sol, a qual me cercou a mim, e aos que iam comigo. E como todos nós caíssemos por terra, ouvi uma voz que me dizia em língua hebraica: Saulo, Saulo, por que me

persegues? dura coisa te é recalcitrar contra o aguilhão.

Então disse eu: Quem és tu, Senhor?

E o Senhor me respondeu: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Mas levanta-te e põe-te em pé; porque eu por isso te apareci, para te fazer ministro e testemunha das coisas que viste, e de outras que te hei de mostrar em minhas aparições” (Atos, 26: 13-16).

Diante disto, afirmar-se que o Espiritismo não encontra apoio na Bíblia é o mesmo que pretender “tapar o sol com uma peneira”.


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Para que somos imortais

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Para que somos imortais

Autor: Amílcar Del Chiaro Filho

Já nos perguntaram: o que o Espiritismo fez de bom para a humanidade? A nossa resposta foi simples. Perguntamos, por nossa vez, se a pessoa disporia de tempo para ouvir o relato que tínhamos a fazer. Ela disse que não, por isso queria um resumo do que pretendíamos dizer. Começamos falando das consolações extraordinárias aos sofredores, aos quem perdem um ente querido, para depois falar da imortalidade.

Dissemos, então: o Espiritismo veio trazer a imortalidade ao homem. Nosso amigo protestou dizendo que todas as religiões pregam a imortalidade, ao que respondemos: a Doutrina Espírita não prega, ela prova que somos imortais, e mais ainda, para que somos imortais, porque isso faz toda a diferença.

Ser imortal para sofrer os tormentos do inferno ou os gozar no paraíso, às vezes, separados dos que amamos, é irracional. O Espiritismo demonstra a imortalidade racional, dinâmica. Somos imortais para crescer, evoluir, alcançar a perfeição, e isto será conseguido através das reencarnações.

Nosso amigo argumentou: ora, a reencarnação não é para pagar as dívidas, os pecados?

Não! Embora seja também para isso, a sua finalidade primeira é o aperfeiçoamento do ser. Deus criou-nos simples e ignorantes, mas propensos a aprender o bem e o mal. Através da extraordinária jornada “palingenésica”, ou seja, das reencarnações, partimos deste ponto e miramos o alvo que é a perfeição. Nada prova melhor a imortalidade do que duas coisas, as comunicações dos espíritos dos homens que viveram na Terra, e a reencarnação.

O Espiritismo foi o primeiro a penetrar nesse mundo coberto pelo pano negro do luto, e vedado pelos mistérios das religiões oficiais. Por meio da mediunidade, que é um instrumento tão importante quanto o telescópio é para a astronomia e o microscópio para a medicina, os pesquisadores, a começar por Allan Kardec, adentraram esse mundo invisível, conversaram com os seus habitantes e construíram uma ponte por onde podemos passar para lá, e os espíritos podem vir até nós e comunicarem-se por meios físicos ou inteligentes.

É grande a quantidade de espíritos desconhecidos que não podem provar quem foram, quando viveram na Terra e o que fizeram. Contudo é inumerável a quantidade dos que provaram as suas existências como seres encarnados, com detalhes íntimos irrecusáveis.

Quanto à reencarnação, ela é provada cientificamente, com as investigações de cientistas renomados, como De Rochas, no final do século XIX, Banerjí, Ian Stevenson , Puarick e aqui no Brasi, Hernani Guimarães Andrade. Confirmam eles que a reencarnação está em plena harmonia com as leis da natureza. 

Filosoficamente o Espiritismo é que tem as respostas para as perguntas: quem somos? Por que e para que estamos na Terra? De onde viemos? Para onde vamos? Como harmonizar liberdade com responsabilidade?

Moralmente, ou religiosamente, só a reencarnação explica a dor, a infelicidade, o sofrimento, as injustiças, as desigualdades e os males que afligem a humanidade. Por tanto é o Espiritismo que pode impulsionar a reforma moral dos indivíduos, e a transformação social da humanidade.

Nosso amigo disse, basta, porque se não, começarei a me perguntar: por que não sou espírita?


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Recordando Allan Kardec

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Recordando Allan Kardec

Autor: Eliseu Mota Junior

Como indica o título, este espaço será destinado a recordações de Allan Kardec, sobretudo através da publicação de textos da Revista Espírita, selecionados a partir de estudos e pesquisas dessa relevante fonte de divulgação da Doutrina Espírita. 

Para começar, faremos, neste número, uma singela síntese da biografia do mestre lionês, bem como um pequeno histórico da Revista Espírita.
Resumo biográfico — No dia 03 de outubro de 1804, às 19 horas, na Rua Sala, nº 76, na cidade francesa de Lyon, nascia Hippolyte Léon Denizard Rivail, que mais tarde seria consagrado com o nome Allan Kardec, filho do juiz Jean-Baptiste-Antoine Rivail e de Dª Jeanne Louise Duhamel.
Entre 1814 e 1815 o jovem Denizard Rivail foi enviado ao Instituto Yverdon (ou Yverdun), no Cantão de Vaud, na vizinha Suiça, ali instalado e dirigido pelo Professor João Henrique Pestallozzi, com aulas durante dez horas diárias, abrangendo disciplinas exatas, químicas, biológicas e humanas, inclusive o estudo de línguas “vivas” (inglês, francês, alemão etc.) e “mortas” (especialmente latim e grego).

Graduado em Ciências e Letras, o jovem Professor Rivail retorna à França, provavelmente direto para Paris, onde lança o seu primeiro livro em 1824, com o título Curso prático e teórico de aritmética, e funda, em 1825, a “Escola de Primeiro Grau”, dando início a uma fértil atividade pedagógica, que iria consagrá-lo na França e na Europa. Casou-se em 06 de fevereiro de 1832 com a Professora Amélie-Gabrielle Boudet, com quem não teve filhos carnais.

Estudioso desde a mocidade do sonambulismo e do magnetismo, em 1854 o Professor Rivail ouviu falar pela primeira vez dos fenômenos das “mesas girantes”, aos quais só viria a assistir em uma noite de maio de 1855, às vintes horas, na Rua Grange-Batelière, nº 18, em Paris, na casa da Sra. Plainemaison. A partir daquela aparente brincadeira de inverno, viria estruturar, com a assistência de Espíritos Superiores, a Doutrina Espírita, com o concurso de médiuns competentes, começando com as irmãs Caroline e Julie Baudin.
Preparando e levando para as reuniões perguntas de alta relevância filosófica, científica e moral, as quais foram devidamente respondidas por Espíritos esclarecidos, organizou e fez publicar em Paris, no dia 18 de abril de 1857, a primeira edição de O Livro dos Espíritos, sendo que a segunda edição, “inteiramente refundida e consideravelmente aumentada”, foi publicada em março de 1860. Assinou a obra com o nome ALLAN KARDEC, por ele próprio usado em anterior encarnação, quando foi sacerdote druida na Gália antiga, conforme relevação feita por um Espírito amigo.

Completando o chamado pentateuco espírita (os cinco livros básicos da codificação), vieram depois O Livro dos Médiuns (15 de janeiro de 1861), O Evangelho Segundo o Espiritismo (abril de 1864, então com o título Imitação do Evangelho Segundo o Espiritismo), O Céu e o Inferno, ou a Justiça Divina Segundo o Espiritismo (1º de agosto de 1865), e A Gênese, os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo (06 de janeiro de 1868). 
Além disso, publicou Instrução Prática Sobre as Manifestações Espíritas (1858), O que é o Espiritismo (1859), Carta Sobre o Espiritismo (1860), O Espiritismo em Sua Expressão Mais Simples (1862), Viagem Espírita em 1862 (1862), Resposta à Mensagem dos Espíritas Lioneses por Ocasião do Ano Novo (1862), Resumo da Lei dos Fenômenos Espíritas, ou Primeira Iniciação (1864), Coleção de Composições Inéditas (1865) Coleção de Preces Espíritas (1865), Estudo Acerca da Poesia Medianímica (1867), Caracteres da Revelação Espírita (1868), sendo certo ainda que, após a sua desencarnação, foi publicado o livro Obras Póstumas (1890), contendo escritos inéditos seus e textos da Revista Espírita (da qual falaremos a seguir). 

No dia 1º de abril de 1858 fundou a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, destinada a reuniões de estudos teóricos e práticos da Doutrina Espírita, para cuja presidência Allan Kardec foi seguidamente reconduzido. 
No dia 31 de março de 1869, com 65 anos incompletos de idade, à Rua Sant’Anna, nº 59, em Paris, vítima do rompimento de um aneurisma, Allan Kardec desencarnou e o seu corpo foi sepultado, inicialmente, no Cemitério Montmartre (aos 02-04-1869), para depois ser trasladado para o Cemitério do Père-Lachaise (aos 31-03-1870), em um dólmen (monumento druida) onde está escrita a frase NAITRE, MOURIR, RENAITRE ENCORE ET PROGRESSER SANS CESSE TELLE EST LA LOI (‘nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei”), sendo um dos mais visitados na capital da França.

A Revista Espírita — A publicação de O Livro dos Espíritos, ocorrida em uma época marcada pelo predomínio das idéias positivistas, provocou inúmeras reações, tanto favoráveis como contrárias, veiculadas pela imprensa da França, da Europa e até mesmo da América. Além disso, Allan Kardec passou a receber uma volumosa correspondência, que lhe era impossível responder individualmente. Por fim, com o seu surgimento oficial, a nova Doutrina dos Espíritos pedia um meio de divulgação mais ágil do que o livro, para análise de temas do interesse geral.
Desse modo, a fim de atender àquelas finalidades e não obstante os seus inúmeros compromissos profissionais e pessoais, Allan Kardec resolveu publicar um jornal espírita, pedindo, para tanto, o apoio financeiro do seu amigo Tiedeman-Marthèse, filólogo holandês e primo da rainha da Holanda, o qual, todavia, estava hesitando muito em atendê-lo. 
Diante desse impasse, no dia 15 de novembro de 1857, auxiliado pela médium Ermance Dufaux, Allan Kardec consultou os Espíritos acerca dessa sua intenção, dizendo-lhes que, em face dos seus compromissos e dos problemas financeiros, pensava em publicar apenas um número de ensaio para marcar data do jornal, e, sendo possível continuar mais tarde. Recebeu, então, a seguinte orientação:
“A idéia é boa, mas um só número não bastará; entretanto, é conveniente e mesmo necessário, para abrir caminho.

Será preciso lhe dispenses muito cuidado, a fim de assentares as bases de um bom êxito durável. A apresentá-lo defeituoso, melhor será nada fazer, porquanto a primeira impressão pode decidir do seu futuro. De começo, deves cuidar de satisfazer à curiosidade; reunir o sério ao agradável: o sério para atrair os homens de Ciência, o agradável para deleitar o vulgo. Esta parte é essencial, porém a outra é mais importante, visto que sem ela o jornal careceria de fundamento sólido. Em suma, é preciso evitar a monotonia por meio da variedade, congregar a instrução sólida ao interesse que, para os trabalhos ulteriores, será poderoso auxiliar.”
A respeito dessa ponderação dos Espíritos, mais tarde Allan Kardec comentaria o seguinte:
“Apressei-me a redigir o primeiro número e fi-lo circular a 1º de janeiro de 1858, sem haver dito nada a quem quer que fosse. Não tinha um único assinante e nenhum fornecedor de fundos. Publiquei-o correndo eu, exclusivamente, todos os riscos e não tive de que me arrepender, porquanto o resultado ultrapassou a minha expectativa. A partir daquela data, os números se sucederam sem interrupção e, como previa o Espírito, esse jornal se tornou um poderoso auxiliar meu. Reconheci mais tarde que fora para mim uma felicidade não ter tido quem me fornecesse fundos, pois assim me conservara mais livre, ao passo que outro interessado houvera querido talvez impor-me suas idéias e sua vontade e criar-me embaraços. Sozinho, eu não tinha que prestar contas a ninguém, embora, pelo que respeitava ao trabalho, me fosse pesada a tarefa.”
E, com efeito, de janeiro de 1858, quando circulou o primeiro número, até a edição de março de 1869, quando desencarnou, Allan Kardec dirigiu praticamente sozinho a Revista Espírita, com o subtítulo Jornal de estudos psicológicos, e pelas suas páginas comentou incontáveis fatos que, publicados pela imprensa comum, mostravam todas as evidências de que se tratavam de manifestações espíritas; respondeu às acusações que foram feitas ao Espiritismo e a ele próprio; manteve uma espécie de resenha literária, através da qual analisou obras do interesse da Doutrina Espírita, e abordou ainda uma série inesgotável de assuntos, muitos dos quais foram depois incorporados nos seus livros.
A partir do número de abril de 1869, que se seguiu à desencarnação de Allan Kardec, a Revista Espírita passou a ser dirigida por Pierre-Gaëtan Leymarie, o qual, cinco anos depois, foi processado pela publicação de algumas fotos de Espíritos, episódio que ficou conhecido como O processo dos Espíritas e que pretendemos analisar em breve. 
Aos poucos, porém, o periódico foi perdendo as características específicas que marcaram o período em que foi dirigido por Allan Kardec. Foi assim que, em 1913, ao seu título foi acrescido o artigo definido “La” (passando então para A Revista Espírita); em 1976, já totalmente desfigurado, o seu nome foi alterado para “Renaître 2000”, e hoje praticamente nada tem de comum com a revista original.
No Brasil pode ser encontrada uma tradução completa, feita pela Edicel, de todos os exemplares da Revista Espírita editados sob a direção de Allan Kardec (de janeiro de 1858 a março de 1869), sendo certo que o IDE, de Araras, também está publicando a coleção em fascículos mensais.

(Estes resumos foram feitos com base nas seguintes fontes: 1. Obras póstumas, 25ª ed., Rio, FEB, trad. de Guillon Ribeiro, p. 293-294; 2. Allan Kardec, Pesquisa Biobibliográfica e Ensaios de Interpretação, Wantuil & Thiesen, 2ª ed., Rio, FEB, vols. II e III; 3. Vida e obra de Allan Kardec, 1ª ed., André Moreil, SP, Edicel, trad. de Miguel Maillet; 4. Biografia de Allan Kardec, por Henri Sausse).


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