O QUE É O EVANGELHO NO LAR?

O QUE É O EVANGELHO NO LAR?

É uma reunião fraterna dos componentes do Lar, sob o amparo de Jesus.

PRINCIPAIS FINALIDADES DE ‘O EVANGELHO NO LAR’

  • Estudar o Evangelho à luz da Doutrina Espírita, a qual possibilita compreende-lo em ‘espírito e verdade’, facilitando, assim, pautar nossas vidas segundo a vontade do Mestre.
  • Criar em todos os lares o hábito salutar de reuniões evangélicas, para que despertem e acentuem o sentimento de fraternidade que deve existir em cada criatura.
  • Pelo momento de paz e de compreensão que o Evangelho no Lar oferece, unir mais as criaturas, proporcionando-lhes uma vivência mais tranqüila.
  • Tornar o Evangelho melhor compreendido, sentido e exemplificado.
  • Higienizar o lar pelos nossos pensamentos e sentimentos elevados permitindo assim, mais fácil a influência dos Mensageiros do Bem.
  • Ampliar o conhecimento literal e espiritual do Evangelho, para oferecê-lo com maior segurança a outras criaturas.
  • Facilitar no Lar e fora dele o amparo necessário para enfrentar as dificuldades materiais e espirituais, mantendo, operantes, os princípios da oração e da vigilância…
  • Elevar o padrão vibratório dos componentes do Lar, a fim de que ajudem, com mais eficiência, o Plano Espiritual na obtenção de um mundo melhor…

ROTEIRO PARA A REALIZAÇÃO DE ‘O EVANGELHO NO LAR’

  • Escolher um dia e uma hora por semana em que seja possível a presença de todos os elementos da família, ou da maior parte deles. Observar, rigorosamente, esse dia e essa hora da reunião, para facilitar a assistência espiritual.
  • Iniciar a reunião com uma prece, simples e espontânea, em que, mais que as palavras, tenha valor os sentimentos, não devendo, portanto, ser decoradas.
  • Fazer a leitura, metódica e seqüente, de O Evangelho Segundo o Espiritismo.
  • Comentários breves, sobre o trecho lido, buscando sempre a essência dos ensinamentos de Jesus, para a sua aplicação na vida diária. A reunião poderá ser dirigida pelo chefe da casa, ou outra pessoa que deverá incentivar a participação de todos os presentes, colocando as lições ao alcance dos de menor compreensão.
  • Fazer Vibrações pelo lar onde o Evangelho está sendo estudado, para os presentes, seus parentes e amigos;
  • a) para a Paz na Terra;
  • b) para a implantação e vivência do Evangelho em todos os lares;
  • c) para o entendimento fraternal entre todas as Religiões;
  • d) para cura ou melhoria de todos os enfermos, do corpo ou da alma, minorando seus sofrimentos e suas vicissitudes;
  • e) para o incentivo dos trabalhadores do Bem e da Verdade;
  • f) por nós próprios e familiares.
  • Relembrar sempre que é dever de todos os que procuram viver o Evangelho, concorrer, sem esmorecimento.
  • Pode-se deixar água filtrada para ser fluidificada durante a reunião, devendo a mesma ser bebida por todos da família, logo após o término do Evangelho.
  • Prece de Encerramento: Agradecer a Deus, a Jesus e seus Mensageiros do Bem, pelos ensinamentos recebidos, e pela colaboração e companhia diária.

SUGESTÕES

  • Recomenda-se, depois do estudo de O Evangelho Segundo o Espiritismo, a leitura de livros de comentários evangélicos, de autores idôneos.
  • Fazer vibrações especiais, para casos concretos que preocupem os presentes e a sociedade.
  • Embora a assistência do Plano Espiritual seja indispensável para o andamento normal do Evangelho no Lar, acautelar-se para não transformar a reunião em trabalho mediúnico; mediunidade e a assistência espiritual devem ser atendidas em Sociedade Espírita idônea.
  • Evitar comentários em desdouro às religiões ou pessoas e não manter conversação menos edificante.
  • Não suspender a prática do Evangelho no Lar em virtude de visitas, passeios adiáveis ou acontecimentos fúteis.
  • A duração da reunião deverá ser de trinta minutos, aproximadamente.
  • Orientação para o caso de haver crianças na reunião, os pais devem observar a idade de seus filhos e incentivar a participação para que eles possam iniciar com segurança a nova experiência. Colaborando nas preces, comentários e fazendo perguntas. Deve ser acrescentado livros de história infantil, despertando neles o interesse e gosto pelos ensinamentos de Jesus.

    1º) – Escolher um dia e uma hora da semana em que seja possível a presença de todos os elementos da família, ou da maior parte deles. Observar rigorosamente, esse dia e essa hora de reunião, para facilitar a assistência espiritual.

    2º) – Iniciar a reunião com pedidos e uma prece, simples e espontânea, em que, mais que as palavras, tenham valor os sentimentos.

    3º) – Fazer a leitura metódica e seqüente de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”.

    4º) – Fazer comentários breves sobre o trecho lido, buscando sempre a essência dos ensinamentos de Jesus, para a sua aplicação na vida diária.

    5º) – Fazer vibrações pelo lar onde o Evangelho está sendo estudado, para os presentes, seus parentes e amigos.

    6º) – Relembrar sempre que é dever de todos os que procuram viver o Evangelho concorrer sem esmorecimento:

    a)      para a paz da Terra;

    b)     para a implantação e a vivência do Evangelho em todos os lares;

    c)      para o entendimento fraternal entre todas as religiões;

    d)     para a cura ou melhoria de todos os enfermos, do corpo ou da alma, minorando seus sofrimentos e suas vicissitudes;

    e)      para o incentivo dos trabalhadores do Bem e da Verdade.

    7º) – Agradecer a espiritualidade por tudo que tens.

    8º) – Fazer a prece de encerramento.

    Obs. Embora a assistência do Plano Espiritual seja indispensável para o andamento normal de “O Evangelho no Lar”, acautelar-se para não transformar a reunião em trabalho mediúnico; mediunidade e a assistência espiritual devem ser atendidas em Sociedade Espírita idônea.

    Não suspender a prática de “O Evangelho no Lar” em virtude de visitas, passeios adiáveis ou acontecimentos fúteis.       

    PRINCIPAIS FINALIDADES DE “O EVANGELHO NO LAR” 

    1º) Estudar o evangelho á Luz da Doutrina Espírita, a qual possibilita compreende-lo em “espírito e verdade”, facilitando assim, pautar nossas vidas segundo a vontade do Mestre.

    2º) Criar em todos os lares o hábito salutar de reuniões evangélicas, para que os mesmos despertem e acentuem o sentimento de fraternidade que deve existir em cada criatura.

    3º) Pelo momento de paz e de compreensão que ele oferece, unir mais as criaturas, proporcionando-lhes uma vivência mais tranqüila.

    4º) Tornar o Evangelho melhor compreendido sentido e exemplificado.

    5º) Higienizar o lar pelos nossos pensamentos e sentimento elevados permitindo assim, mais influência dos Mensageiros do Bem.

    6º) Ampliar o conhecimento literal e espiritual do Evangelho, para oferecê-lo com maior segurança a outras criaturas.

    7º) Facilitando no lar e fora dele, o amparo necessário para enfrentar as dificuldades materiais e espirituais, mantendo operantes, os princípios da oração e da vigilância…

    8º) Elevar o Padrão vibratório dos componentes do lar, a fim de que ajudem, com mais eficiência, o Plano Espiritual na obtenção de um mundo melhor…

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A Oração neutraliza qualquer força negativa. Cultive a PRECE!

“A oração neutraliza qualquer força negativa. Cultive a prece.”
(Pastorino)

Orar não é como apertar um botão

Ouvi uma pessoa se queixar de ter feito orações e o dia não ter transcorrido bem. Provavelmente, não tendo o hábito de orar e desconhecendo os mecanismos da prece, criou expectativas em torno daquele ato esporádico, sem convicção, achando que a solução dos eventuais problemas do dia estava garantida. Pelo fato das coisas não terem corrido a seu gosto, concluiu, um tanto revoltada, que orar ou não, dá no mesmo.

Orar bem implica movimentar energias interiores, irradiar o pensamento com o impulso da vontade e da fé sinceras; pede também concentração, apoiada no silêncio e no desligamento mental do exterior. Dessa forma, em alguns rápidos minutos, pode-se conversar com Deus, com simplicidade e eficiência. A oração virá do coração, mesmo que pobre de palavras, mas rica de ideias e sentimento.

No entanto, a prece ansiosa, maquinalmente decorada, não refletida, carente de emoção, não atingirá seus objetivos; digamos, não chegará a quem se destina.

A prece não muda os principais lances da vida do homem, não altera as provas por que tenha de passar, no entanto, pode abrandá-las; pode redobrar as forças interiores de resistência do indivíduo, fazendo-o encarar situações graves ou contrárias de forma mais equilibrada e racional. Além disso, o feliz hábito de orar metaboliza as energias da calma, da paciência e também da esperança.

Embora ninguém fique sem auxílio, sem o amparo das leis divinas, a prece eventual não imuniza a pessoa das dificuldades do dia, como se apertasse um botão. Segundo o que ensina o Espiritismo, a justiça de Deus leva em extrema conta a intenção e o mérito de quem pede, em oração.

Os Espíritos encarregados do cumprimento das Suas ordens, se chegarem a receber a solicitação, podem não atender ao que a pessoa esteja pedindo no momento, mas não negam a análise instantânea da sua situação e possíveis medidas posteriores.

Em muitas circunstâncias, determinadas experiências são necessárias para o seu aprendizado e os Espíritos não julgam útil favorecê-la, a fim de não interferir no curso normal das provas que poderão beneficiá-la.

Assim, a prece deve ser compreendida como uma busca, não de solução imediata para problemas e situações, mas de forças de renovação; um contato com energias superiores na procura de inspiração para a vida interior e de relação com o mundo.

Quando se faz um pedido a Deus, o seu atendimento estará automaticamente ligado ao mérito e à necessidade de cada um. Deus sabe de que precisamos e atenderá sempre, com justiça, ao que for devido e imprescindível à criatura.

Comunidade Irmão José
MGaeski

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